Hamburgueria do Estoril

Se para uns cozinhar é uma maneira de descomprimir, para mim é totalmente ao contrário. Acabar o dia ou a semana a cozinhar uma refeição sempre foi um grande aborrecimento. Começar também! O esforço é tal que me suga energia. Já tentei receitas de peixe e de carne, rápidas e lentas, portuguesas e francesas em tachos tradicionais ou até aparelhos especiais. O resultado é sempre o mesmo quanto ao gozo: nenhum. Foi sempre assim e continua a ser.
Ao contrário do que é habitual, a passada sexta-feira foi mais sobrecarregada em trabalho. Quando o relógio anunciou o meio da tarde percebi que estava mais perto da hora de jantar. Mais minuto menos minuto teria de pensar em algo para fazer ou então… teria de ir jantar fora. Não demorei tempo algum a tomar a minha decisão. Enviei uma sms ao meu marido, que também iria chegar fora de horas para preparar uma refeição, a partilhar onde seria o jantar.

Conheço alguns restaurantes perto de minha casa e hoje venho destacar o que escolhi num serão chuvoso e de muito cansaço: a HAMBURGUERIA DO ESTORIL .

Quem está no jardim do Casino do Estoril de frente para o mesmo com o mar nas costas, verá este simpático e aconchegante espaço do lado direito.  Existem monitores de tv estacionados no mesmo canal, cuja música serve de fundo sonoro.
A hospitalidade é calorosa.
Os menús são simples na explicação, mas requintados no sabor.
A limonada, entre tantas outras bebidas, é das melhores que já bebi!
As sobremesas dão o toque perfeito à conclusão da refeição.
Mas tudo isto digo eu que sentei, conversei, escolhi, conversei, comi, conversei, sorri, conversei, paguei, despedi-me e saí feliz.
Uma salva de palmas a quem nos recebe sempre com um grande e lindo sorriso e a quem dirige o cockpit deste saboroso cantinho!

Quando vos apetecer, experimentem e digam-me de vossa justiça!

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HAMBURGUERIA DO ESTORIL

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June / Junho

Finalmente chegámos ao mês de Junho. É o meu mês preferido por várias razões. Uma delas, a mais leve, é porque o tempo já permite que as roupas pesadas nas cores e na textura sejam substituídas pelos tecidos coloridos e fluidos que o fim da primavera exibe.

Outra razão, a mais significativa, é o facto do mês de Junho marcar o fim do primeiro semestre do ano, semestre esse em que, geralmente, nos propomos mudanças e até inovações. Iniciamos o ano com novos desafios, novos alvos, novas expectativas que, muitas vezes, falecem ao longo do caminho. Só com muito esforço, foco e alguma teimosia os projetos chegam a meio do ano ou ao fim.

E este meu mês de Junho tem esse sabor: o de leveza e de conquista.

Em Dezembro aceitei o desafio de aprender a ensinar. Iniciei em Janeiro e agora, chegada a meio do ano, sinto-me muito satisfeita. Não vou mencionar o cansaço a que acrescentar um desafio à tua já pesada rotina te leva, vou antes frisar a alegria de atingir objectivos. Dia-a-dia, semana a semana, mês a mês a tua visão ganha novos horizontes. E quando ergues os olhos e te situas, é surpreendente o quanto já te afastaste do ponto de partida.

Há momentos assustadores em que pensas que afinal não és capaz. Há outros instantes, muito curtos, em que quase lamentas a pasmaceira da rotina anterior “porque não fiquei quieta no meu espaço de conforto?” Mas na realidade, é esta a adrenalina que procuramos: superar medos e ir além de nós.

E este meu mês de Junho tem esse sabor: o de leveza e de conquista.

O mês de Junho ainda só é o meio do ano. Quem ainda não começou, este é o momento de traçar um plano ( muito importante) e de agarrar o próximo semestre. Quem sabe se Dezembro não será o vosso mês de leveza e conquista?

O que importa é que nos mantenhamos vivos vivos!